sábado, 5 de março de 2016

Oficina 02 - Acrilex - Claude Monet

Oficina 02 - Acrilex - Claude Monet

Objetivo: Conhecer Claude Monet, o pai do Impressionismo, suas obras, temas e técnicas trabalhadas. Expressar-se de forma criativa com o estilo do artista.

Obras:


"A ponte"

"Ninféias"

"Regatas em Argenteuil"

Técnica: Pintura chapiscada em tela, pratinho plástico e tampas de pizza.



Materiais: tela, pratinho plástico ou tampas de pizza, pincel chato de cerdas duras nº 08, Tinta Acrylic Colors ou Tinta Guache, Tinta Gauche Glitter ou Metallic, papel sulfite 90 gr, Crystal Cola Brilliant, Metallic, Glitter e Jelly da Acrilex.

Modo de fazer:
a) Após conhecer as obras, estilo e vida de Monet, escolher uma obra, fazer a Leitura Formal e Interpretativa dela (Regatas em Argenteuil).
b) Inspirado nela pinte a tela, o pratinho plástico ou tampa de pizza com a técnica chapiscada (coloque a tinta em um pratinho ou paleta, encoste o pincel nela e vá dando batidinhas até fazer toda a pintura do fundo.
c) Pinte o papel sulfite com Guache Glitter ou Metallic. Depois de seco, recorte quadrados e faça dobraduras de barquinhos - Sugestão: http://www.acrilex.com.br/tecnicaDetalhe.asp?id=55 Cole-os sobre o trabalho.
d) Dê acabamento com Crystal Cola Glitter, Metállic ou Jelly.
e) Para fazer a releitura tridimensional com caixas de pizza, cole os barquinhos em palitos de churrasco e espete-os numa tampa de pizza. A outra será encaixada atrás e será o céu e árvores.



Oficinas / Resultados









Ivete Raffa
Arte educadora e pedagoga


quinta-feira, 3 de março de 2016

Oficina 01 - Acrilex - Romero Britto

Oficina 01 Acrilex - Romero Britto 

Objetivo: Conhecer o artista brasileiro, sucesso no mundo inteiro, suas obras, temas e técnicas trabalhadas e expressar-se de forma criativa com o estilo do artista.  

"Um dia perfeito"
"Flores pra você



Técnica: Pintura em tela Materiais: tela, ecotela (Novaprint), Tinta Acrylic Colors, Crystal Cola, Tinta Dimensional (Acrilex) e pincel.



Modo de fazer:
a) Após conhecer o artista e seu estilo de pintura, criar um desenho e transferir para a tela.
b) Pintar com o estilo de Romero Britto utilizando as Tintas Acrylic colors para preencher todas as formas.
c) Com Crystal Cola Brilliant preta fazer o contorno das formas. Com Crystal Cola Jelly, Metálica e Glitter fazer os detalhes.


Oficina / Resultados









Ivete Raffa
Arte educadora e pedagoga

terça-feira, 1 de março de 2016

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

"Movimento Modernista"

Movimento Modernista
         
"Paisagem com touro" - Tarsila do Amaral - 1925

Tendência vanguardista que rompe com padrões rígidos e caminha para uma criação mais livre, surgida internacionalmente nas artes plásticas e na literatura a partir do final do século XIX e início do século XX.
É uma reação às escolas artísticas do passado. Como resultado desenvolveram-se os movimentos: Expressionismo, Cubismo, Dadaísmo, Surrealismo e Futurismo.

Movimento Modernista no Brasil

No Brasil, o termo “Modernismo” identifica o movimento desencadeado pela Semana de Arte Moderna de 1922. De 11 a 18 de fevereiro daquele ano, conferências, recitais de música, declamações de poesias e exposições de quadros, realizados no Teatro Municipal de São Paulo, apresentam ao público as novas tendências das artes no país.

"Família Enferma" - Lasar Segall - 1920

Seus idealizadores rejeitam a arte do século XIX e as influências estrangeiras do passado. Defendem a assimilação das estéticas internacionais para mesclá-las com a cultura nacional, o que dá origem a uma arte vinculada à realidade brasileira.

Uma das principais exposições de arte moderna no Brasil é realizada em 1913 pelo pintor de origem lituana Lasar Segall. Suas telas chocam, mas as reações são amenizadas pelo fato de o artista ser estrangeiro.


Em 1917, Anita Malfatti faz a que é considerada de fato a primeira mostra modernista brasileira. Apresenta telas influenciadas pelo cubismo, expressionismo, fauvismo e futurismo que causam escândalo, entre elas “A mulher de cabelos verdes”.
Apesar de não ter exposto na Semana de 22, Tarsila do Amaral torna-se fundamental para o movimento. Sua pintura é baseada em cores puras e formas definidas. Frutas e plantas tropicais são estilizadas geometricamente, numa certa relação com o cubismo. Um exemplo é a obra “O Mamoeiro”.

"O Mamoeiro" - Tarsila do Amaral - 1925

A partir dos anos 30, Tarsila interessa-se também pelo prolateriado e pelas questões sociais, que pinta com cores mais escuras e tristes como em “Os operários”.

Di Cavalcanti retrata a população brasileira, sobretudo as classes sociais menos favorecidas. Mescla elementos realistas, cubistas e futuristas, como em “Cinco moças de Guaratinguetá”.

Outro artista modernista dedicado a representar o homem do povo é Cândido Portinari, que recebe influência do expressionismo. Entre seus trabalhos destacam-se as telas “Café” e os “Retirantes”.

"Os Retirantes" - Cândido Portinari - 1944

Distantes da preocupação com a realidade brasileira, mas muito identificados com a arte moderna e isnpirados pelo dadaísmo, estão os pintores Ismael Nery (1900 -1934) e Flávio Carvalho (1899-1973). Na pintura mecerem destaque ainda Regina Graz (1897-1973), John Graz (1891-1980), Cícero Dias (1908-2003) e Vicente do Rego Monteiro (1899-1970).

O principal escultor modernista é Victor Brecheret. Suas obras são geometrizadas, tem formas sintéticas e poucos detalhes. Seu trabalho mais conhecido é o Monumento às Bandeiras, no Parque do Ibirapuera em São Paulo. Outros escultores importantes são Celso Antonio de Menezes (1896-1984) e Bruno Giorgi (1905-1993).

"Paisagem imaginária" - Guinard - 1947

No final dos anos 20 e início da década de 30, começaram a se aproximar do movimento modernista, artistas mais preocupados com o aspecto plástico da pintura. Utilizavam cores menos gritantes e composição mais equeilibrada. Entre eles estão: Alberto Guignard (1896-1962), Alfredo volpi (1896-1988) e Francisco Rebolo (1903-1980).
O modernismo enfraquece a partir dos anos 40, quando o abstracionismo chega com mais força ao país. Seu final acontece nos anos 50, com a criação das Bienais, que promovem a internacionalização da arte brasileira.

Atividades: Releituras  de obras de arte de pintores modernistas.

Objetivos:
a) Conhecer o movimento modernista no Brasil, no mundo e os pintores que participaram desse movimento.
b)    Conhecer o estilo adotado pelos artistas, os materiais utilizados e expressar-se de forma criativa inspirando-se nas obras deles.
c)     Trabalhar os conteúdos de arte e estética.

Atividade 01 – Releituras dos artistas modernistas – Texturas e aquarela












Material: Cartolina branca, Papel para pintura gramatura 300 ou Papelão Paraná, barbante cru grosso, rolinho de espuma, duas folhas de papel de seda branca, cola branca, pincel macio, lápis preto, régua e Tinta guache, Acrílica ou PVA diluída em água (Aquarela).

Modo de fazer:
a) Inspire-se em uma obra modernista e faça seu próprio desenho na cartolina ou papel para pintura de gramatura 300.
b) Passe cola branca nas linhas que formam o desenho e, sobre elas, cole barbante. Deixe secar bem, de preferência de um dia para outro.
c) Coloque bastante cola branca por todo o trabalho, espalhe com o rolinho de espuma. Amasse a folha de seda e estique sobre o trabalho.
d) Pressione com a mão para que o papel de seda fique bem colado sobre o trabalho e as linhas do desenho fiquem bem nítidas pois estarão com o barbante sobre elas. Deixe secar novamente.
e)  Dilua Tinta Acrílica, Guache ou Tinta PVA em água para que fique bem aguada, como uma Aquarela. Pinte todo o trabalho e espere secar.



Desenvolvimento dos trabalhos – Todas as releituras acima, foram feitas nas aulas de Artes do Colégio São João Gualberto de Pirituba – SP, pelos alunos do 7º Ano, orientados pela professora Márcia Querino Teixeira. Foi trabalhado o Movimento Modernista, seus destaques (pintores e escultores), técnicas, temas, cores e influências.

Conteúdos trabalhados:
-  Modernismo – Semana de 22 – Pintores Modernistas
-  Leitura formal, interpretativa, releitura, vida e obras dos pintores modernistas.
- Linhas, formas, cores, composição, sobreposição, textura, movimento, volume e harmonia.

Técnicas trabalhadas:
- Colagem, Texturização e Pintura aquarelada.

Possibilidades de trabalho
- Inicialmente fale para os alunos sobre o Modernismo no mundo e no Brasil.
- Pergunte se conhecem alguns pintores modernistas e como são suas obras?
- Divida-os em grupos e peça que cada grupo pesquise sobre um artista modernista, os temas abordados nas suas obras, as características e cores utilizadas, o estilo de pintura, etc.
- Peça aos alunos que socializem com a classe o que pesquisaram.
- Ensine a técnica “Textura aquarelada” e proponha que cada aluno faça sua releitura inspirada no artista escolhido.
- Chame os pais e socialize as obras criadas pelas crianças.
- Faça uma roda de conversa onde as crianças contarão o que aprenderam com o desenvolvimento da atividade, como foi o processo de criação, quais os novos conteúdos aprendidos e quais os relembrados.

Obs: Texto publicado no site da Acrilex – www.acrilex.com.br – link “Educadores” – Edição 13.

Ivete Raffa
Arte educadora e pedagoga


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Artes Plásticas - Modalidade 05 - Pintura

A arte de pintar...



A pintura acompanha o ser humano por toda a sua história. Ainda que durante o período grego clássico não tenha se desenvolvido tanto quanto a escultura, a pintura foi uma das principais formas de representação dos povos medievais, do Renascimento até o século XVIII.

A partir do século XIX, com o crescimento da técnica de reprodução de imagens, graças à Revolução Industrial,  a pintura de cavalete perde o espaço que tinha no mercado. Até então a gravura era a única forma de reprodução de imagens, trabalho muitas vezes realizado por pintores. Mas com o surgimento da fotografia, a função principal da pintura de cavalete, a representação de imagens, enfrenta uma competição difícil. Essa é, de certa maneira, a crise da imagem única e o apogeu de reprodução em massa.


No século XX a pintura de cavalete se mantém através da difusão da galeria de arte. Mas a técnica da pintura continua a ser valorizada por vários tipos de designers (ilustradores, estilistas, etc.), especialmente na publicidade. Várias formas de reprodução técnica surgem nesse século, como o vídeo e diversos avanços na produção gráfica. A longo do século XX vários artistas (dadaístas e membros da pop art) fazem experimentações com a pintura e a fotografia, criando colagens e gravuras. Mas é com o advento da computação gráfica que a técnica da pintura se une completamente à fotografia. A imagem digital, por ser composta por pixeis, é um suporte em que se pode misturar as técnicas de pintura, desenho, escultura (3D) e fotografia.

A partir da revolução da arte moderna e das novas tecnologias, os pintores adaptaram técnicas tradicionais ou as abandonaram, criando novas formas de representação e expressão visual.


Na base das artes visuais está o mecanismo da visão, cérebro e mãos. É com as mãos que desenhamos, pintamos, esculpimos, etc. Para isso precisamos, além das mãos, de vários materiais, isto é, instrumentos que possibilitem realizar as ações como: lápis, giz, tintas, pincel, cinzel, entre outros. Manipulados pelo homem, os instrumentos fazem o registro das ideias, materializando visualmente o pensamento.




Tipos de suportes que utilizamos para pintar

Podemos pintar em vários tipos de suportes como: tela, ecotela, porcelana, madeira, plástico, vidro, gesso, espelho, tampas de pizza, garrafas PET, latas de alumínio, caixas (sucatas), azulejos, papéis, EVA, entre outros.


É necessário observar qual o material utilizar, uma vez que para cada base o material deverá ser específico.


Tipos de materiais que utilizamos para pintar

I – Materiais para pintura secos

a) Carvão
O carvão é um material clássico no desenho, talvez o mais antigo. Usa-se para esboçar ou para desenhos e pinturas definitivas, de acordo com o suporte e a intenção. Atualmente é correntemente usado em aulas de artes visuais e em escolas e academias de arte, pois proporciona gradações muito expressivas.
O trabalho de carvão é muito frágil. No final dos trabalhos o desenho deve ser fixado, coberto com um spray próprio, ou com uma solução vaporizada de álcool e goma laca.

"Paisagem" – Eliana Tiné – Goiânia – GO

b) Lápis preto
O grafite foi o antecessor do lápis de preto. Ele foi descoberto na Baviera em 1.400.  No passado usavam alguns materiais na confecção das minas como cera, goma-laca, resina, etc.
Hoje, existem no mercado uma variedade enorme de qualidades de grafite, mais grossas, mais finas, mais duras, mais macias, enfim, cada tipo é utilizado para uma determinada função.
    Dura                                                     Média                                                    Macia
    8H   7H   6H   5H   4H   3H   2H   H   HB   F   B   2B   3B   4B   5B   6B   7B   8B   9B

Por “H” entende-se “Hard” – mina dura
Por “B” entende-se “Brand” – mina macia
Por ”HB” entende-se “Hard/Brand” – mina de dureza média

Os lápis pretos podem ser usados praticamente em todas as superfícies, menos nas plastificadas, onde adere mal. Quase todos os tipos de papel – lisos, texturizados, rugosos – são também suportes adequados. Neles podemos realizar trabalhos com várias tonalidades de cinza.  O tipo de papel que se usa é importantíssimo pois determina a forma como a grafite vai se comportar, Papéis coloridos são frequentemente usados para trabalhos de desenho e grafite.

“Ventania” – Márcia Querino Teixeira – Pirituba - SP

c)  Lápis de cor
Os lápis coloridos fazem a alegria da criançada. Qualquer criança sonha em ter uma caixa de lápis de cor com 36 cores.
A boa qualidade de um lápis de cor é fundamental para o êxito de um trabalho. Bem utilizados, podem produzir trabalhos esplêndidos.
A mistura e a sobreposição de cores valoriza o cromatismo fazendo com que um simples desenho ganhe mais vida.
Existem lápis de cor de durezas diferentes, são três tipos principais:
- Lápis de mina grossa e relativamente macia que são resistentes à luz e água e não precisam de fixador.
Lápis de mina mais fina e mais dura, são usados para desenhos com muitos detalhes, também resistentes a água.
Os lápis de minas solúveis em água (aquareláveis) permitem um trabalho misto de desenho e aquarela.

“Pintura Abstrata” – Márcia Querino Teixeira – Pirituba - SP

d) Giz de cera
É um material escolar, usado principalmente para desenhar, constituído principalmente por parafina, pigmentos e cargas, apresentando uma vasta variedade de cores, graças a mistura de seus corantes.
O giz de cera é muito usado por crianças na fase pré-escolar, por seu traço grosso, colorido e sua facilidade de uso. Em outras ocasiões, por sua suavidade nos contornos são usados deitados, raspados, misturados com guache ou para dar textura a um trabalho.
O seu uso é um pouco prejudicado pela facilidade de se quebrar ao cair e o traço grosso dificulta pequenos detalhes, mas nada que impeça bons trabalhos.
Além do “Giz de cera”, existe o “Giz pastel seco” e o “Giz de cera oleoso” que proporcionam excelentes resultados de pintura mas são usados principalmente nas pinturas artísticas.

“Pesca com peneira” – Eliana Tiné – Goiânia - GO

II – Materiais de pintura aquosos
a) Pintura a dedo
A pintura a dedo é, geralmente, o primeiro contato físico da criança com o mundo das tintas, com as cores e a criação.
Esse tipo de atividade estimula a criatividade, faz com que as crianças fiquem mais desinibidas, contribui para o desenvolvimento da coordenação motora e da percepção tátil.
O ato de “carimbar” os dedos sobre uma base, significa “deixar a própria marca” e essa atitude acompanha o ser humano desde o início da civilização.

“Jardim” – Lucas Querino Teixeira – Pirituba – SP

b) Tinta Guache
Na Idade Média já se usavam guaches nas iluminuras. Embora o guache seja principalmente uma técnica de pintura, é também, usado muitas vezes para desenho e ilustrações ou ainda para trabalhar em conjunto com materiais variados de desenho.
Guache é uma palavra que provem do Italiano “Guazzo” que quer dizer tinta de água. O termo foi originalmente cunhado no século XVIII em França, embora a técnica seja muito mais antiga, utilizada frequentemente no início do século XVI na Europa.
O guache é diluido em água até ter mais ou menos a consistência do azeite e o ideal é aplicá-lo em papéis de alta gramatura para não enrugar ou esfarelar.

“Canoa” – Eliana Tiné – Goiânia - GO

c) Tinta Acrílica
Tinta Acrílica é uma tinta sintética solúvel em água que pode ser usada em camadas espessas ou finas, permitindo ao artista combinar as técnicas da pintura a óleo e aquarela.
A tinta acrílica possui uma secagem muito rápida, em oposição à tinta óleo que chega a demorar meses para secar completamente em trabalhos com camadas espessas, possui um odor menos intenso e não causa tantos danos a saúde por não possuir metais pesados, como o cobalto da pintura a óleo.
Sua praticidade, já que não depende de secantes e o diluente é a água, não é nociva ao pintor. Seca rápido e a matriz cromática é ampla, a torna muito popular entre artistas contemporâneos.
A tinta acrílica é muito usada nas escolas pois ela é lavável, pode-se remover sujeiras, com auxílio de uma esponja macia e sabão neutro. O preço dessa tinta é bem acessível.




“Paisagem” – Eliana Tiné – Goiânia - GO

d) Aquarela
A aquarela é uma técnica de pintura na qual os pigmentos se encontram suspensos ou dissolvidos em água. Os suportes utilizados para as pinturas aquareladas são muito variados, embora o mais comum seja o papel com elevada gramatura (300gr). São também utilizados como suporte o papiro, casca de árvore, plástico, couro, tecido, madeira e tela.

Obs: Texto publicado no site da Acrilex - www.acrilex.com.br - link "Educadores" - Edição nº 18
Ivete Raffa
Arte educadora e Pedagoga
Livros pedagógicos e Capacitação de professores em Arte educação