Velas, Árvores e Bonecos de Neve - Casinha de abelha
https://www.youtube.com/watch?v=AagfIfQt2Y0&list=PLP51kaKU9PwcpuajaVdep55tt1vVGh6AN
sábado, 8 de novembro de 2014
Papai Noel - Casinha de abelha
Nova aula no youtube - Papai Noel com casinha de abelha
https://www.youtube.com/watch?v=W7F73IetoPU&list=PLP51kaKU9PwcpuajaVdep55tt1vVGh6AN
https://www.youtube.com/watch?v=W7F73IetoPU&list=PLP51kaKU9PwcpuajaVdep55tt1vVGh6AN
Bola de Natal - Casinha de abelha
Nova aula no youtube - Bolas de Natal - Casinha de abelha
https://www.youtube.com/watch?v=z7D8N_HmgYw
Confiram.
https://www.youtube.com/watch?v=z7D8N_HmgYw
Confiram.
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Arte e Estética
Arte e Estética
O que é estética?
Estética é a união de beleza +
equilíbrio + harmonia + proporção + ordem.
A beleza de uma obra torna-a mais
destacada quando comparada às outras. O material usado pelo artista e suas
técnicas são o que tornam uma obra de arte bonita, com uma boa aparência. A
estética é fundamental numa obra de arte. Vemos como exemplo a arquitetura com seus edifícios majestosos, grandes, esbeltos, o que faz com que as
pessoas admirem. Assim é também com um bom conto, em questão de literatura, e acontece
o mesmo com a pintura. O material usado,
os traços, as cores mostram a beleza da arte.
É
importante ter um estudo mais profundo sobre a estética. Conseguimos isso
separando quais conceitos formam a estética, a começar pela beleza. A beleza é uma percepção individual caracterizada normalmente pelo que é agradável aos sentidos.
Esta percepção depende do contexto e do universo cognitivo do indivíduo que a
observa. O belo depende muito da sociedade e de suas crenças. Um exemplo disto
é o quadro Abaporu, de Tarsila do Amaral onde a figura humana representava um turbilhão de coisas que brotavam da
terra com significados esquisitos e para a maioria das pessoas é uma pessoa dócil
pensando na vida, na seca, contemplando o horizonte, enfim, as interpretações são
as mais diferentes possíveis.
“Abaporu” – Tarsila do Amaral - 1928
Na
época de Leonardo da Vinci, as mulheres eram tidas bonitas quando eram
rechonchudas. Exemplo disto é a Mona Lisa. A paisagem ao fundo contribui
para a beleza da obra e o o ar
misterioso que a ela apresenta.
“Monalisa” – Leonardo da Vinci – 1503
Outro
aspecto da estética é o equilíbrio. O equilíbrio se encontra quando
todos os elementos que compõe a imagem estão organizados de tal forma que nada
é enfatizado, juntos passam uma sensação de equilíbrio visual. O equilíbrio é
mais utilizado nas pinturas. O que influencia o equilíbrio são as cores, as
imagens, as superfícies, os tamanhos e as posições dos itens presentes na
pintura, ou numa outra arte plástica. Pense num quadro cujo desenho seja um
horizonte, o pôr do sol e um lindo mar refletindo a luz do sol. No fundo do
mar, há um enorme navio, quase ocupando todo o espaço do quadro. Isso tudo dá equilíbrio a obra.
“Regatas em Argenteuil” – Claude Monet – 1872
O
artista Bil Dan criou estas esculturas no litoral de são Francisco (Califórnia
– EUA), que mostram outro tipo de equilíbrio, o equilíbrio das pedras montadas
umas sobre as outras(esculturas). O fotógrafo mostra o equilibrio na imagem
composta pelas esculturas de pedra com o chão, o mar e o céu.
Harmonia é relacionada a beleza, a proporção e também a ordem. Um exemplo, é a música: todos os
ritmos precisam estar bem delineados, bem ordenados para que haja harmonia e
beleza no som. Quanto as artes plásticas, podemos definir harmonia como efeito da
composição de formas, não de maneira aleatória, mas de modo que elas sejam
proporcionais entre si fazendo com que a composição se torne organizada e
agradável aos nossos olhos.
Se,
na obra abaixo, a ponte fosse bem pequenina e as flores enormes, não haveria
proporção entre os elementos. Da mesma forma que se as árvores fossem muito
pequenas e as flores fossem bem maiores, a proporção estaria desalinhada, o que
causaria desarmonia na obra.
“Jardim de Monet” – Claude Monet – 1900
Ivete Raffa
Arte
educadora, Pedagoga e Autora de livros para professores
domingo, 26 de outubro de 2014
Artes Plásticas e Visuais - "Formas e círculos"
Artes Plásticas e Visuais - Formas / Círculos
"Círculos" - Kandinsky - 1924
Relembrando:
a) Ponto é a unidade de comunicação mais
simples e é representado por uma pequena marca sobre um determinado espaço ou
base.
b) Linha é o
deslocamento do ponto. Se o deslocamento acontece numa mesma direção (linha
reta), sem direção definida (linha sinuosa), em linha reta, mas, por vezes,
mudando de direção (linha quebrada) e sem direção definida, depois numa mesma
direção, em seguida sem direção definida... (linha mista).
c) Forma é quando uma linha contínua muda de direção
algumas vezes e volta ao ponto inicial. Formas geométricas básicas:
·
Quadrado é a figura de quatro lados, quatro ângulos retos e
quatro lados iguais.
·
Triângulo equilátero é a figura de três lados
e três ângulos iguais.
·
Círculo é uma figura continuamente curva, cujo contorno é,
em todos os pontos, equidistantes do seu ponto central.
Circunferência,
círculo e esfera
A circunferência é uma linha continuamente curvada cujos pontos estão
todos na mesma distância de um ponto central, chamado centro do círculo.
O
círculo é a forma geométrica mais enigmática de todas e foi considerada a
forma perfeita pelos nossos antepassados. A forma circular produz um movimento de
rotação evidente e possui enorme valor simbólico. Psicologicamente representa
proteção, instabilidade, totalidade, movimento contínuo e infinito.
A projeção tridimensional da
circunferência é a esfera, o corpo
geométrico mais perfeito, o que contém um maior volume em um menor espaço e é
ela que define a forma tanto dos átomos como dos corpos celestes.
Beatriz Milhases - "Sinfonia Nordestina"
A circunferência e o círculo são
talvez os elementos geométricos mais perfeitos e estáveis, embora carregados de
uma grande carga dinâmica. A maioria dos desenhos se inicia pelos círculos e
depois são unidos por linhas, como no exemplo abaixo:
As obras de arte – pontos, linhas e formas
Os
artistas, ao longo dos séculos se expressaram com os mais variados tipos de
materiais e elementos gráficos. Os artistas utilizaram todos os tipos de linhas
e formas nas suas obras, alguns se expressaram mais com as linhas retas
(Mondrian), outros misturam retas e curvas (Tarsila) e outros utilizam mais as
curvas (Kandinsky), principalmente os círculos.
A seguir,
alguns exemplos de obras de arte que mostram os tipos de linhas e formas usados
pelos artistas.
Mondrian
– 1921
Tarsila
do Amaral – Paisagem com touro - 1924
As obras
abaixo são de Kandinsky:
Obs: Texto publicado no site da Acrilex - www.acrilex.com.br - link "Educadores" - Edição 09
Ivete Raffa
Arte
educadora, Pedagoga e Autora de livros para professores
sábado, 25 de outubro de 2014
Artes Plásticas e Visuais - "Pontos, Linhas e Formas".
Artes
Plásticas e Visuais - O Ponto, a linha e a forma...
Relembrando o texto do mês
anterior vemos que:
a) Ponto é a unidade de comunicação mais simples e é representado por
uma pequena marca sobre em determinado espaço ou base.
b) Linha
é o deslocamento do ponto numa mesma direção (linha reta),
sem direção definida (linha sinuosa), em linha reta, mas, por vezes, mudando de
direção (linha quebrada) e sem direção definida, depois numa mesma direção, em
seguida sem direção definida... (linha mista).
c) Forma
é quando uma
linha contínua muda de direção algumas vezes e volta ao ponto inicial,
determina uma figura geométrica ou uma forma.
Forma
A
linha descreve uma forma. Na linguagem das artes visuais, a linha articula a
complexidade da forma. As formas geométricas básicas são: o quadrado, o círculo
e o triângulo.
Todas as formas básicas são figuras planas e simples,
fundamentais, que podem ser facilmente descritas e construídas.
O quadrado é uma figura de quatro lados, com ângulos retos rigorosamente iguais nos cantos e lados que têm exatamente o mesmo comprimento.
O círculo é uma figura continuamente curva, cujo contorno é, em todos os pontos
equidistante de seu ponto central.
O triângulo equilátero é uma figura de três lados, cujos ângulos e lados são todos iguais.
Nas
obras abaixo vemos os pontos, as linhas e as formas colocados sobre uma base
(tela) e compondo uma obra de arte de forma harmoniosa.
As
telas eram pintadas como se fossem fotografias pois retratavam fielmente o que
se via. No final do século XIX e início do século XX, os pintores começaram a
simplificar as obras. George Seurat e Paul Sisley expressaram-se através dos
pontos (pontilhismo).
Tarsila
do Amaral e Alfredo Volpi (Brasil), Kandinsky (Rússia), Mondrian (Holanda),
entre outros, foram pintores que usaram e abusaram das linhas e das formas.
Piet Mondrian – “Árvore” - 1913
São Paulo – 1924 – Tarsila do Amaral
“Black and White” – 1910 - Kandinsky
“Grande fachada festiva” – 1950 - Alfredo
Volpi
“Composição” – 1931 – Mondrian
Obs: Texto publicado no site da Acrilex - www.acrilex.com.br - link "Educadores" - Edição 08
Ivete Raffa
Arte Educadora / Pedagoga / Autora de livros para professores
Elementos da Comunicação Visual
Elementos
da Comunicação Visual
A Gare - Tarsila do Amaral
Todas
as vezes que projetamos algo, pintamos, desenhamos, esboçamos ou esculpimos, o
que conseguimos ver da obra é composta por vários elementos. E, são esses elementos
que, combinados entre si, formam as pinturas, esculturas, instalações,
etc. Não se pode confundir os elementos
visuais com os materiais ou os meios de expressão, a madeira, a argila, a tinta
ou o papel.
Os elementos visuais são: o ponto, a linha, a forma, a direção, a cor, a textura, a dimensão, a escala, a perspectiva, o movimento.
Alegria - Beatriz Milhases
É importante assinalar que a escolha dos elementos visuais e a manipulação
destes, tendo em vista o efeito pretendido, está nas mãos do aluno que está se
desenvolvendo artisticamente, do artista (pintor, escultor ou outros), do
artesão e do designer; eles são os visualizadores e produtores artísticos. O que ele decide fazer com estes elementos é
sua arte e seu ofício, e as opções são infinitas.
Ponto
O ponto é a unidade de comunicação visual mais simples. Quando qualquer material líquido ou duro, seja tinta ou um bastão, atinge uma superfície, assume uma forma arredondada (ponto) ou parecida com isso, mesmo que esta não simule um ponto perfeito. Logo, pensamos nesse elemento visual, como um ponto de referência ou um indicador de espaço. O ponto é uma pequena marca em determinado espaço que pode chamar a atenção do olhar, conforme sua posição (foco). Isolado, é elemento estático; combinado com outros pontos, pode-se transformar em dado sugestivo de movimentação e de ritmo.
Pontos: ● ● ● ●
●
●
●
● ●
Linha
Quando os pontos estão um ao lado do
outro, sem interrupção, eles determinam uma linha.
Linha é o deslocamento de um ponto.
Linha reta é o deslocamento de um ponto na mesma direção.
Linha curva – é o deslocamento de um
ponto sem direção definida.
Linha quebrada – é uma linha reta que
vai mudando de direção.
Forma
Se essa linha contínua muda de direção
algumas vezes e volta ao ponto inicial, determina uma figura geométrica ou uma
forma.
Desenho
O
deslocamento de um ponto determina uma linha ou forma e várias linhas ou formas
juntas de forma organizada formam um desenho.
Tarsila do Amaral – 1924 – “Paisagem”
Obs: Texto publicado no site da Acrilex - www.acrilex.com.br - link "Educadores" - Edição 07.
Ivete
Raffa
Arte Educadora / Pedagoga / Autora de
livros para professores
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)




























.jpg)
.jpg)

.jpg)

.jpg)

